Na continuação de ler o posts dos outros e dar-me vontade de escrever igual, é que nem foi tarde nem foi cedo, foi esta tarde mesmo, que me deparo com duas figuras que valem o que se segue (e pouco mais que já é qualquer coisa :-P e não sou nada modesta!): dois homens, quase diria de mãos dadas não fora pensaram naquilo que não quero dizer e que julgo que não é verdade, verdade se diga!, mãos dadas num pacto de ascensão político-social de um e de manter o know-how político-social de outro, um é homem experiente, um ex-"isto", ex-aquilo, não posso enunciar os "ex's" porque apertava o crivo e não me apetece, o outro é homem novato, ex-empregado bancário de uma agência de sub-província que é hoje um "isto" à custa de servir o "aquilo". Isto está a ficar um bocado enigmático mas eu esclareço: um deles era um importante político que hoje é um importante empresário e o outro um serviçal do primeiro que se tornou um importante político. Conheço-os porque a província é pequena e todos nos conhecemos, odiamos ou bajulamos. É assim a província que conheço e é daqui que nascem os nossos políticos. Se isto é chocante eu repito: somos governados por estes homens que não sabem para que serve a segunda fiada de talheres, mas sabem providenciar o seu futuro pessoal. Vi-os aproximarem-se de mim, parámos os três para atravessar a passadeira de peões e cumprimentei um deles, ao outro nem me dou ao trabalho. Sorri com quanta força tinha, desejo-lhes muita saúde, continuação de sucesso e que nos seus excessos deixem cair algumas migalhas que anda me façam gorda :-P
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20090705
20090615
041R9 - Casa sem música
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20090427
108R2 - Ou sim...
Estão a ver esta porcaria em estado de degradação?
Feio, inútil, destrutivo.
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20090419
108R1 - Ou não...
Pede-se encarecidamente aos leitores deste blogue que têm filhos pequenos ou que venham a ter ou que tenham crianças pequenas a cargo ou amigos pequenos que não os levem a concertos daqueles que só valem pelo sentido apurado da audição. Pois parece que os clássicos espirros, tosses e fungadelas dos concertos foram substituídos pelos sussurros, mais ou menos "violentos" dos adultos a mandar calar as suas crianças acompanhantes, entrecortados pelos choramingas "quero ir para casa". Há tempo e lugar para cada coisa, levar uma criança para uma sala fechada, ouvir um concerto de música de orquestra, pleno de emoções auditivas e esperar que elas aguentem mais de uma hora estáticas nos seus lugares, ó meus amigos leitores isso chama-se TORTURA! Há seres humanos mesmo estúpidos :-(
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20090410
106 - I Wonder...
Estou impressionada com o que a aconteceu em Nápoles: será que nos tempos modernos de tecnologias de ponta para tudo e mais alguma coisa não existe um devicesinho, um modelosinho de previsão, uma fórmulasinha matemática, um diapasãosinho, um burrosinho que ronque, sei lá o quê que preveja os sismos? É assustador se a certeza é que não há... Não sei! E se assim é, eu Mustela Nivalis, para todos Donnola, lembro aos algarvios e lisboetas que estão na zona A de sismo e quem sabe daqui a cinco minutos podem ter que acampar pelos próximos tempos de vida, ficar sem alimentar os vossos bloguesinhos, sem os sapatinhos de salto-alto, etc., etc. Quem sabe?

(imagem gentilmente roubada daqui)
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20090317
098 - Não durmas!
Peguei num livro de História do 7º ano e li duas coisas que me fizeram reflectir e como não tenho mais nada que fazer resolvi escrever os meus pensamentos e espetar aqui com eles para leres e criticares. As duas coisas que li, e que passo a citar de memória:
1 - Império grego - a expressão de arte, nomeadamente a escultura, é graciosa, harmoniosa e naturalista, pois não concordo nada se há coisa mais hirta, fria, proporcional e idilicamente perfeita são as famosas estátuas de atletas gregos em posições estáticas, apanhados em câmara lenta, coitado do desgraçado do modelo que se prestou àquelas poses anti-naturais;
2 - Império romano - no cantinho de uma certa pagina tem umas orientações de estudo e uma das perguntas é algo como “define município”, sem até àquela página o livro ter apresentado a definição de município, mas depois acrescenta entre parêntesis “vai à página 64”, que é dali a 10 páginas, realmente o aluno que está a aprender pelo livro tem que ter a capacidade de adivinhar o que vem a seguir para poder responder à pergunta da página 54 uma coisa que está escrita na página 64, e depois, consultando a página 64, como é, copia-se a definição? Não percebo qual é o objectivo pedagógico.
Estas duas situações fizeram-me voltar atrás e perceber porque é que detestei História até ao 9º ano: os professores de História são limitados (eu queria dizer burros…), quer dizer, a matéria é interessante, mas aquilo que debitam nas aulas é discutível (dizer que na democracia grega todos os cidadãos votavam e participavam activamente na vida politica é importante pôr nessa frase que os “cidadãos” representavam 1/10 da população! É crucial explicar o enquadramento destas noções!) e aquilo que perguntam é para responder com cópias (e no fundo não percebo qual é o interesse de saber definir município...). Ahh apesar de limitados tenho que admitir que a imaginação dos historiadores é fértil e divertida, por exemplo, perante ruínas pré-históricas, a começar pela datação da pré-história a acabar nas teorias que inventam sobre as representações, passando claro, pelas histórias da carochinha e intrigas da conspiração que contam! Sem dúvida gozam da eloquência e fazem excelentes programas de entretenimento na tv :D acho que a História está a precisar de meter uns números para justificar as suas teorias, que aprenda com a Geografia e com a Sociologia ou de outra forma continuamos a ser embalados para dormir.
1 - Império grego - a expressão de arte, nomeadamente a escultura, é graciosa, harmoniosa e naturalista, pois não concordo nada se há coisa mais hirta, fria, proporcional e idilicamente perfeita são as famosas estátuas de atletas gregos em posições estáticas, apanhados em câmara lenta, coitado do desgraçado do modelo que se prestou àquelas poses anti-naturais;
2 - Império romano - no cantinho de uma certa pagina tem umas orientações de estudo e uma das perguntas é algo como “define município”, sem até àquela página o livro ter apresentado a definição de município, mas depois acrescenta entre parêntesis “vai à página 64”, que é dali a 10 páginas, realmente o aluno que está a aprender pelo livro tem que ter a capacidade de adivinhar o que vem a seguir para poder responder à pergunta da página 54 uma coisa que está escrita na página 64, e depois, consultando a página 64, como é, copia-se a definição? Não percebo qual é o objectivo pedagógico.
Estas duas situações fizeram-me voltar atrás e perceber porque é que detestei História até ao 9º ano: os professores de História são limitados (eu queria dizer burros…), quer dizer, a matéria é interessante, mas aquilo que debitam nas aulas é discutível (dizer que na democracia grega todos os cidadãos votavam e participavam activamente na vida politica é importante pôr nessa frase que os “cidadãos” representavam 1/10 da população! É crucial explicar o enquadramento destas noções!) e aquilo que perguntam é para responder com cópias (e no fundo não percebo qual é o interesse de saber definir município...). Ahh apesar de limitados tenho que admitir que a imaginação dos historiadores é fértil e divertida, por exemplo, perante ruínas pré-históricas, a começar pela datação da pré-história a acabar nas teorias que inventam sobre as representações, passando claro, pelas histórias da carochinha e intrigas da conspiração que contam! Sem dúvida gozam da eloquência e fazem excelentes programas de entretenimento na tv :D acho que a História está a precisar de meter uns números para justificar as suas teorias, que aprenda com a Geografia e com a Sociologia ou de outra forma continuamos a ser embalados para dormir.
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20090309
095R1 - Escola Nova
A propósito de alunos e professores queria dizer duas coisas sem mal nenhum: no livro de Físico-química do 7.º ano de escolaridade tem a descrição de uma ETA (Estação de Tratamento de Água, ou seja limpa a água para enviar para as canalizações) como exemplo de separação de líquidos e a respectiva ilustração é uma ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais, ou seja limpa esgoto para enviar para rio), mas não faz mal, os alunos do 7.º ano têm tempo de perceber a diferença, a outra coisa são os erros de português do “Magalhães” que também não faz mal, até pode servir como nova medida pedagógica do tipo quem descobrir mais erros passa automaticamente para a universidade para um curso de letras. (Sim, que nos cursos de ciências saber escrever português não serve para nada) Para quem se queixa dos "Novos Alunos" há que ver quem são os "Novos Autores de Livros Escolares" e quem espalha as "Novas Tecnologias", sem mal, está bem?
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20090124
041R4 - Tripas de fora
Continua a saga da procura de apartamento. Pensei fazer um post com os links para os sites com anúncios de arrendamento mas isso dá muito trabalho e seria publicidade gratuita e imerecida. Pensei contar as minhas visitas aos treze apartamentos que vi mas só ía dizer palavras feias. Já me aconteceram aventuras, já conheci pessoas estranhíssimas, já fui enganada, já me apeteceu bater em agentes imobiliários, mas não é tudo mau: já quase conheço o Porto by feet e by google earth! Admito que não é fácil uma casa agradar-me, além da deformação profissional sou muito esquisita, acredito que deve haver algures na cidade do Porto (cidade e não arredores, sim!), numa qualquer rua servida pelo metropolitano (na coroa das duas zonas, ok!), uma simples casinha bem exposta ao sol (nascente, sul, quase poente, vá!), com vidros duplos (sem manchas de humidade nos caixilhos, certo!), cozinha e casa-de-banho salubres (azulejos inteiros e com juntas à cor, fácil!), por quatrocentos euros, ena era quase o euromilhões! Yes, I believe! O ideal era que tivesse dois quartos e o equipamento da cozinha e servida de rede de gás, pois, soberbo! E que mais? Nada! Continua…
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20090110
076R1 - Conversas ao Frio
Para justificar a minha opinião sobre a conversa das cerejas, umas podres atrás das outras, destaco as seguintes ideias, escritas à minha maneira, claro, não levei gravador:
1- “Os chineses apreciam os pés pequenos de tal maneira que desde criança apertam os pés e depois mais tarde têm os pés todos deformados para caberem em sapatos pequenos” - pensei que isso era um hábito das chinesas que foi abolido há cerca de 60 anos pela revolução comunista;
2- “Os africanos podem morrer à fome mas não comem fruta exótica, podem estar as árvores carregadas de fruta exótica mas eles não comem, são mesmo fundamentalistas” - gostava de saber o que será neste contexto fruta exótica;
3- “Os árabes matam-se em ataques suicidas porque acreditam que vão para o céu e no céu estão lá sete virgens, os gajos são mesmo parvos, sete virgens não significa sete mulheres virgens, até podem ser sete homens virgens” - esta ideia deu muita gargalhada, de facto era chato um árabe matar-se chegar ao céu e estarem lá sete homens virgens à espera dele;
4- “Na minha religião, na nossa religião, não há fundamentalistas, quando vamos a um país árabe temos que adoptar os costumes deles mas quando eles cá vêm mantêm os seus costumes, em França protestaram porque nas escolas obrigaram as raparigas a tirar os véus, também tiraram os crucifixos das salas de aula, também foi um exagero” - véus está certo, crucifixos está exagerado.
Vinham dois passageiros com ar de marroquinos e os restantes com ar de autóctones, o que terão eles ficado a pensar desta ginginha amarga?
1- “Os chineses apreciam os pés pequenos de tal maneira que desde criança apertam os pés e depois mais tarde têm os pés todos deformados para caberem em sapatos pequenos” - pensei que isso era um hábito das chinesas que foi abolido há cerca de 60 anos pela revolução comunista;
2- “Os africanos podem morrer à fome mas não comem fruta exótica, podem estar as árvores carregadas de fruta exótica mas eles não comem, são mesmo fundamentalistas” - gostava de saber o que será neste contexto fruta exótica;
3- “Os árabes matam-se em ataques suicidas porque acreditam que vão para o céu e no céu estão lá sete virgens, os gajos são mesmo parvos, sete virgens não significa sete mulheres virgens, até podem ser sete homens virgens” - esta ideia deu muita gargalhada, de facto era chato um árabe matar-se chegar ao céu e estarem lá sete homens virgens à espera dele;
4- “Na minha religião, na nossa religião, não há fundamentalistas, quando vamos a um país árabe temos que adoptar os costumes deles mas quando eles cá vêm mantêm os seus costumes, em França protestaram porque nas escolas obrigaram as raparigas a tirar os véus, também tiraram os crucifixos das salas de aula, também foi um exagero” - véus está certo, crucifixos está exagerado.
Vinham dois passageiros com ar de marroquinos e os restantes com ar de autóctones, o que terão eles ficado a pensar desta ginginha amarga?
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20090104
057R1 - Azia de Doninha
Então é assim dois pontos basicamente afina lá a activação da moderação de comentários ou tipo passo a tomar como certo e definitivo que os meus comentários que não se tornam visíveis é porque não são do teu agrado, medo. E isto não é uma ameaça nem uma critica (bolas, acredito no que digo: cada um é livre de fazer o que lhe apetece!) mas é o meu escudo de defesa: se os meus comentários não agradam poupamo-nos ambos a escrever eu e a ler tu, tás a ver a cena? A vida real já é fonte que chega e sobra para bués amarguras. Isto é um bocado azedo para começar o ano mas pronto também não quero começar o ano com passados entalados, topas? Sem ressentimentos! Se este é o nosso meio de diversão, hobby, ocupação de tempos livres, prazenteiro, criativo, etc. então não vale a pena alimentar monstros, dahh. Ahh já agora explico que por aqui não há moderação de comentários porque achamos que os comentários ficam na boca/dedos de quem os diz/escreve e assim como assim o comentador também pode apagar o que escreveu depois de ler o efeito publicado, tásse bem.
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20081210
057 - Bafo de Doninha
Hoje estou assim a dar pró azeda, no meu caso o azedo significa libertação de gases pela focinheira, a juntar ao meu cheiro natural a coisa é assim a modos que explosiva, má e sem explicação biológica. Mas pronto não incomodo mais com descrições de cheiros. Vamos ao bafo, não me apetece revelar a fonte nem a inspiração, vou ser indirecta quanto basta: pergunto porque é que sempre, mas sempre e se não é sempre é quase sempre, quando há uma notícia com cheiro a escândalo faz-se uma pequena biografia da pessoa e lá está “nascido numa pequena aldeia beirã” e quem diz “beirã” diz outra qualquer região suficientemente desconhecida de modo que ninguém sabe apontar no mapa onde fica a dita “pequena aldeia”. Por favor não tenho nada contra pequenas aldeias nem beirões nem regiões inóspitas. O que eu registo como fenómeno repetitivo é este tipo de nascimento. Onde é que estão as pessoas nascidas no Cacém, na Amadora, em Cascais, em LISBOA, lol, não há ninguém nascido em LISBOA (vá, uma capitalzinha de distrito jeitosa também serve) com protagonismo político, artístico, literário, intelectual, desportivo, etc. etc.? Será que as pessoas urbanas não cometem escândalos, não se evidenciam, remetem-se ao anonimato automático e monótono? Ou como a sede dos jornais é por estas bandas aos jornalistas só interessa “enaltecer” as pessoas nascidas em “pequena aldeia”? Sei lá, eu bem invento desculpas, não percebo nada de sociologia, mas gostava de saber que raio se passa. Será que em cada criança “nascida numa pequena aldeia beirã” haverá um potencial desviador de fundos, influenciador de interesses, ambicioso arrogante, coleccionador de carros de luxo, jogador de golfe, enfim…não sei que raio vão aprender para a cidade mas faz-lhes mal. Sem ofensa. Ai credo estamos em Dezembro. Já me descuidei...
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20081121
030 - Segredos Anónimos
Conta-se que o Senhor Doutor António fugiu à pressa, quebrou a sociedade de advogados, assim digamos que, com o rabinho entre as pernas e os bolsos cheios de dinheiro, notas grandes e suadas pelos trabalhadores portugueses emigrantes no Canadá. É vê-lo agora debaixo dos telhados de vidro a apanhar banhos de sol em perfumes caros. Aposto que tem, não um, mas vários Mustelas no armário!
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20081113
021R1 - Segredos Anónimos
Desta vez não, a culpa não foi minha... mas sei que, e provavelmente antes da colocação dessa camada de "terra vegetal", andaram por lá elementos do jet-set a "passear-se" de carrinhos que são o sonho de muita gente, e como não tinham unhas para domar tais feras, acabaram fora de estrada com os plásticos partidos e arranhados, e com videos colocados no youtube... quem não tem polegares, não se mete em aventuras! É o que eu sempre costumo dizer... pelo menos para escrever num blogue, não me fazem falta :P
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Furetto
021 - Segredos Anónimos
Conta-se que na pressa de acabar o Autódromo de Portimão a terra vegetal comprada para os espaços verdes era tão, digamos, na boa intenção da reciclagem, aproveitamento de aproveitamento, naturalmente merdosa, que até trazia carcaças de animais, provocando um rápido povoamento de bichinhos, minhocas, morcões e... muito mau cheiro. Andaste lá com a família, ó Furetto?
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20081112
019 - Não se Procura
Ultimamente quando ligo a Antena 3 oiço uma música que ao princípio me soa bem, quero dizer isso mesmo, soa bem, mas depois quando começo a ficar atenta à letra, cantada em português, o mocinho diz cada parvoíce sem pés nem cabeça, cada frase não bate certo com a frase seguinte, algo como "avançar a andar para trás, recuar a andar para a frente", etc. e tal. Ainda não consegui saber quem canta ou quem escreveu tão miserável letra. É por estas e por outras que prefiro letras cantadas em inglês, como diz e muito bem a Manuela Azevedo dos Clã :-D
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20081101
013 - Eureka
Tenho vindo a notar que ultimamente os bloggers optaram por ter só um post visível, uma espécie de virús que contagiou a blogosfera... Acho que já percebi a razão e parece que fui a última a perceber que ninguém quer saber de tudo o que se lê/vê/ouve num blog. Pois não. O que interessa é a última novidade e adeus :-D por isso não vale a pena mostrar todos os posts anteriores, grande seca, completamente ultrapassados. Tenho pena, porque quando descubro um blog interessante gosto de vasculhar e comentar, é um prazer percorrer os posts mais antigos e perceber o funcionamento criativo do blogger. Ok também há blogs que o último post chega para cuspir em cima, vê-lo todo seria vómito na certa. Pronto já percebi tudo :-P
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